+ notícias


Sobre o LAGEOP/UFRJ

O Laboratório de Geoprocessamento (LAGEOP) está localizado no Departamento de Geografia do Instituto de Geociências, sendo esta unidade ligada ao Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); é constituído por pesquisadores de diversas áreas: geógrafos, geólogos, biólogos, engenheiros, analistas de sistemas, programadores e administradores.

Empenhamo-nos no desenvolvimento de Geoprocessamento de dados, realizando pesquisas ambientais com suporte computacional. Damos, com isso, continuidade a um empreendimento nacionalmente pioneiro, o Sistema de Análise Geo-Ambiental - SAGA/UFRJ, implantado em 1983,no Departamento de Geografia da UFRJ, pelo Prof.Dr. Jorge Xavier da Silva, Coordenador do então Grupo de Pesquisas em Geoprocessamento (GPG). O LAGEOP, desde seu começo, vem justificando plenamente o investimento nele feito pelas agências de fomento que o vem apoiando (FINEP, CNPq, FUJB, FAPERJ) e, em última análise, pela sociedade brasileira. E isto não apenas em termos acadêmicos, pela qualidade científica dos seus produtos, mas também e sobretudo, em termos sociais mais amplos, pela relevância indiscutível de suas pesquisas para a preservação do patrimônio ambiental brasileiro e a melhoria da qualidade de vida de nossa população.

Estimativas de riscos de desmoronamento, potencial turístico e de urbanização, deslizamentos e enchentes do Estado de Rio de Janeiro,levantamento e diagnóstico da Mata Atlântica remanescente para fins de preservação e análise da qualidade de vida nas favelas do Rio de Janeiro estão entre as pesquisas realizadas pelo LAGEOP. Fazemos, entretanto, questão de expor um balanço completo das nossas atividades ao longo desses anos, a fim de que todos os interessados possam avaliar o nosso trabalho.

Equipe

Jorge Xavier da Silva

Coordenador

Oswaldo Elias Abdo

Geógrafo

Rosangela Garofalo

Administradora

Tiago Badre Marino

Desenvolvimento


Livros

Geoprocessamento e Meio Ambiente

Organizado por Jorge Xavier da Silva e Ricardo Tavares Zaidan

Geoprocessamento e Análise Ambiental: Aplicações

Organizado por Jorge Xavier da Silva e Ricardo Tavares Zaidan

Geoprocessamento para Análise Ambiental

Escrito por Jorge Xavier da Silva


SAGA/UFRJ

SAGA/UFRJ é um sistema geográfico de informação (SGI), desenvolvido pelo LAGEOP,visando aplicações ambientais em equipamentos de baixo custo. O módulo de ANÁLISE AMBIENTAL visa satisfazer uma necessidade atual, principalmente daqueles que lidam rotineiramente com a área ambiental, qual seja: a possibilidade de analisar dados georreferenciados e convencionais, fornecendo como resultados mapas e relatórios que irão apoiar o processo de tomada de decisão.

Vista SAGA

O módulo de ANÁLISE AMBIENTAL possui três funções básicas: assinatura, monitoria, e avaliação ambiental. A assinatura é usada para definir as características e a planimetria de área(s) delimitada(s) pelo usuário.

A monitoria é o acompanhamento da evolução de características e fenômenos ambientais através da comparação de mapeamentos sucessivos no tempo. Este processo permite definir e calcular as áreas alteradas e o destino dadas a elas. A avaliação é o processo de superposição de mapas, através de um esquema de pesos e notas, para a geração de estimativas de riscos e potenciais, sob forma de um novo mapa. Inumeráveis combinações de dados podem ser realizadas por este esquema. O módulo de ANÁLISE AMBIENTAL pode ser considerado o cerne do sistema SAGA/UFRJ, responsável pela sua extraordinária e versátil capacidade de atuar nos mais diversos ramos da pesquisa ambiental, tendo sido testado com sucesso em mais de 50 bases de dados de usuários de todo o Brasil.

Clique aqui para baixar o aplicativo Vista SAGA (Downloads)



Vicon SAGA

Concebido há mais de uma década o Vicon – Vigilância e Controle, uma iniciativa 100% nacional e livre de custos, vem sendo desenvolvido e aprimorado constantemente pelo Laboratório de Geoprocessamento da UFRJ – LAGEOP/UFRJ em parceria com o Laboratório de Geoprocessamento Aplicado da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.

No ano 2000 o sistema é criado, em sua primeira versão standalone, com a finalidade de retratar quaisquer eventos e entidades de um ambiente em uma base de dados georreferenciada. Diferenciava-se das demais aplicações existentes por sua flexibilidade na elabaração de formulários, o que também o tornava customizável a qualquer grupo de trabalho. O sistema também contemplava suporte a inserção de conteúdo multimídia, como fotos e vídeos, e quaisquer arquivos digitais relacionados ao fenômeno retratado.

O sistema logo despertou o interesse das mais diferenciadas necessidades de aplicação. Desde a espacialização de recursos hídricos pelo Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro à análise espacial dos casos de dengue, além do apoio na gestão de informações em ambientes de desastres, tendo, neste último caso, apoiado em dezenas de missões de apoio a desastres ocorridos no país e também de âmbito internacional (detalhados a seguir).

Associada à Plataforma Vicon SAGA Web, a Plataforma Vicon Mobile ( Android) opera no segmento de entrada e análise de dados. Trata-se de um módulo de entrada de dados a partir de dispositivos móveis Android (>= versão 4) que provê ao usuário a capacidade de gerar registros em campo, utilizando os recursos de um dispositivo móvel (máquina fotográfica, filmadora, GPS). O sistema opera tanto em modo online como offline. Utiliza a rede de dados 3G do dispositivo e/ou Wifi para transmitir os dados gerados para o sistema Web. Mesmo com a ausência de conectividade o aplicativo permite ao usuário a criação de registros, armazenando no próprio dispositivo para que seja posteriormente submetido ao seu projeto na web, imediatamente disponível para todos os usuários do sistema.

Clique aqui para visitar a Plataforma Vicon SAGA (Web)


Downloads

Vista SAGA

[15.05 Mb] Esta é uma versão do SAGA/UFRJ, denominada VistaSAGA.


Fazendinha - Seropédica - RJ

[0.04 Mb] Mapas: Uso do Solo | Resolução: 1 metro


Restinga da Marambaia - RJ

[0.18 Mb] Mapas: Altimétrico, Geomorfologia, Proximidades, Vegetação, Uso do Solo | Resolução: 10 metros


Seropédica - RJ

[0.37 Mb] Mapas: Altimétrico, Declividade, Geomorfologia, Proximidades, Solos, Uso do Solo | Resolução: 25 metros


Tinguá - RJ

[1.26 Mb] Mapas: Altimétrico, Declividade, Geologia, Geomorfologia, Solos, Proximidades, Solos, Uso do Solo | Resolução: 25 metros


Pinheiral - RJ

[0.02 Mb] Mapas: Geologia, Geomorfologia | Resolução: 25 metros


Itaguaí - RJ

[2.01 Mb] Mapas: Altimétrico, Declividade, Geologia, Geomorfologia, Proximidades, Solos, Uso do Solo | Resolução: 25 metros


Mangaratiba - RJ

[0.67 Mb] Mapas: Altimétrico, Declividade, Geologia, Geomorfologia, Proximidades, Uso do Solo | Resolução: 25 metros


Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - RJ

[0.66 Mb] Mapas: Altimétrico, Litológico, Solos, Geomorfologia | Resolução: 2 metros


Sepetiba - RJ

[0.92 Mb] Mapas: Altimétrico, Declividade, Geologia, Geomorfologia, Proximidades, Uso do Solo | Resolução: 25 metros


Cabo Frio - RJ

[0.05 Mb] Mapas: Declividade, Geologia, Geomorfologia, Uso da Terra | Resolução: 25 metros



Utilidades

21/06/2007 - Como converter arquivos SHP para Raster/SAGA

Breve tutorial com os passos para converter arquivos SHP, do ArcView 3.3 para o formato Raster/SAGA


13/11/2006 - Fusos das cidades brasileiras

Divisão dos fusos do território brasileiro.


30/06/2008 - Índice de Geodiversidade

Capítulo `Índices de Geodiversidade: aplicações de SIG em Estudos de Biodiversidade` Autores: Jorge Xavier da Silva, Vanessa Guerra Person, Maria Lúcia Lorini, Romulo B. Alves Bergamo, Marta Foeppel Ribeiro, Alexandre Josef Sá Tobias da Costa, Paula Iervolino, Oswaldo Elias Abdo In`Conservação da Biodiversidade em Ecossistemas Tropicais`
por Irene Garay e Braulio Dias. Editora Vozes. 2001


08/01/2007 - Livro Geoprocessamento para Análise Ambiental

Disponível para download parte conceitual do livro `Geoprocessamento para Análise Ambiental`


12/11/2009 - Nova Proposta de Matriz Curricular para Geógrafo


21/06/2007 - Power Point Apresentação SAGA

Este power point apresenta os módulos, ferramentas e novas funcionalidades dos aplicativos Vista Saga e Vigilância e Controle. A parte final do arquivo apresenta alguns exemplos de aplicações das ferramentas em teses e trabalhos orientados pelo Laboratório.


14/11/2006 - Relatório Final - Aterro Sanitário Maceió

Este trabalho é resultado do convênio celebrado entre a Prefeitura Municipal de Maceió, através da Superintendência de Limpeza Urbana de Maceió (SLUM) e a Universidade Federal de Alagoas (UFAL), celebrado em março de 2003, visando desenvolver os seguintes estudos: Plano de trabalho para elaboração do diagnóstico ambiental do atual vazadouro de Cruz das Almas; Definição das diretrizes do projeto do futuro aterro sanitário de Maceió e Definição de áreas indicativas para implantação do futuro aterro sanitário de Maceió. A definição de áreas foi desenvolvida em três etapas: a primeira envolvendo apenas o município de Maceió para áreas com mais que 70ha, a segunda envolvendo a região metropolitana meridional de Maceió, que abrange os municípios de Coqueiro Seco, Marechal Deodoro, Santa Luzia do Norte, Satuba e Rio largo, também para áreas com mais de 70ha; e a terceira somente Maceió para áreas com menos de 70ha.



Monografias, Dissertações, Teses

2019 - Desafios à sustentabilidade ambiental: uma análise sobre a transformação territorial na produção do espaço urbano de Maricá/RJ

Autor: Amanda da Conceição Rocha de Melo Nogueira

A caracterização de um município através do Geoprocessamento, pode compreender o levantamento da ocorrência de condições negativas ou positivas ao longo do espaço urbano considerado. Esta tese aborda o município de Maricá e projeta no espaço urbano municipal as ocorrências de locais com propensão a sofrerem severos efeitos quanto a circulação viária e a própria qualidade de vida local. Concretamente, foram levantados locais com riscos de desmoronamentos e/ou enchentes . A tese é concluída com recomendações quanto a priorização de atividades corretivas em função da importância de locais afetados.


2018 - Diagnóstico Ambiental por Geoprocessamento: Segurança Pública no Estado do Rio de Janeiro

Autor: Edmar Aliciano Magalhães Barroso

A presente investigação tem como conceito básico a relação oferta x demanda como fundamento das condições de segurança da população do Estado do Rio de Janeiro. É uma tese de mestrado desenvolvida no Programa de Pós Graduação em Geografia da UFRJ (PPGG/UFRJ).


2008 - Uma análise espacial sobre a dengue no município di Rio de Janeiro: Busca de correlações entre clima e saúde

Autor: Luciene Abrantes da Silva

Objetivada a analisar a distribuição espacial de casos de dengue em bairros do município do Rio de Janeiro, os fatores geoecológicos e de origem antrópica que influenciaram na configuração dos cenários identificados, as implicações na proliferação do mosquito vetor e conseqüentemente na qualidade de vida da população, gerando subsídios para auxiliar no apoio à decisão.


2008 - O PATRIMÔNIO PAISAGÍSTICO DO SÍTIO ROBERTO BURLE MARX: UMA VISÃO GEOGRÁFICA

Autor: Robério Dias

É notória a importância do acervo paisagístico do Sítio Roberto Burle Marx (SRBM), tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Ocorre que, apesar de um amplo reconhecimento de seu valor, devido principalmente à fama internacional de Roberto Burle Marx, não há entre as pessoas, de um modo geral, consciência clara de porque ele é tombado, assim como tampouco existe, entre os agentes do próprio IPHAN, consenso sobre como deve ser feita sua manutenção. Sabe-se que é um lugar bonito, agradável e que reúne plantas incomuns, mas os valores que ali vicejam são ora confundidos com os de uma reserva natural - ocasião em que é invocada a legislação ambiental como parâmetro de preservação -, ora com os de obras estáticas - momento em que é tentada a transposição literal de conceitos e procedimentos normalmente empregados para proteger objetos arquitetônicos ou de artes plásticas. Como tentaremos demonstrar, nenhuma das percepções acima mencionadas enseja uma solução mantenedora do objeto singular representado por este acervo. Assinale-se o fato de que a conservação ad aeternum de um conjunto de plantas vivas que não só vivem, mas também morrem, encerra alguma contradição. Portanto, nesta tese de doutorado são examinados tanto os processos responsáveis por este acervo singular quanto as características que o tornam merecedor do valor patrimonial, com a finalidade de dotá-lo de instrumentos eficazes para gerir, orientar e assegurar sua manutenção. Tais ferramentas - a análise geo-ambiental e um método de avaliação dos ato de gestão -, ambas adaptadas para as verdadeiras missões do SRBM, são o principal objeto desta tese.


2008 - METODOLOGIA PARA TOMADAS DE DECISÃO NO ÂMBITO DE RISCOS SÓCIO-AMBIENTAIS EM ÁREAS URBANAS: DESMORONAMENTOS E ENCHENTES EM ASSENTAMENTOS PRECÁRIOS NA BACIA DO CÓRREGO CABUÇU DE BAIXO - SP

Autor: Tiago Badre Marino

De acordo com levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo - IPT, os acidentes graves relacionados com deslizamentos atingem de forma recorrente um número relativamente pequeno dos 5.563 municípios brasileiros, girando em torno de 150 os que tiveram vítimas fatais nos últimos 17 anos. Os municípios mais vulneráveis localizam-se nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina, Pernambuco, Alagoas, Bahia e Espírito Santo, localidades, na maioria dos casos, habitadas por pessoas de baixa renda, tornando-se, por conseguinte, expostas a catástrofes ambientais constantes (inundações devido ao assoreamento dos rios e erosão dos solos, os incêndios causados por instalações elétricas problemáticas, deslizamentos de terras, causadas por encostas irregulares e descalçamentos, entre outros). A Bacia Hidrográfica do Córrego Cabuçu de Baixo é um típico exemplo do que aconteceu em muitas cidades brasileiras. É uma bacia em acelerado processo de urbanização, mas ainda em condições para o controle, se bem administrada pelos seus gestores. Este trabalho objetiva a criação de mapeamentos que retratem avaliação positiva das condições ambientais (que pode ser chamado de `potencial`) ou negativa (genericamente chamados de `risco` ambiental). Estes mapeamentos, de alto valor agregado por se originarem, via de regra, de discussões e concordâncias entre profissionais das diferentes modalidades da pesquisa ambiental - geógrafos, geólogos, biólogos, arquitetos e engenheiros, em geral - passam a constituir um valioso acervo de conhecimentos específicos da área estudada, a combinação das avaliações de riscos com o uso atual da terra, a fim de verificar possíveis áreas críticas, ou seja, assentamentos localizados em áreas mapeadas sob iminente risco de ocorrência de inundações e desmoronamentos; levantamento das áreas indicadas para a transposição dos assentamentos localizados em áreas críticas. Todos os procedimentos computacionais realizados foram conduzidos pela metodologia de Análise Ambiental, utilizando o SIG VISTA/SAGA/UFRJ para processamento dos mapeamentos, obtenção e validação resultados. O resultado final das avaliações ambientais realizadas produz um mapa classificado com notas entre zero e dez, onde as notas mais baixas são atribuídas às localidades mapeadas com baixo risco de ocorrências de enchentes e desmoronamentos. De forma análoga, classes com maiores notas representam localidades com ocorrência de assentamentos precários sob risco iminente de inundações, deslizamentos de terra e desmoronamentos. Estes mapas são denominados como “Áreas Críticas”. Também são conduzidas análises para o mapeamento de áreas indicadas para transposições de localidades situadas em áreas críticas. A sobreposição destes dois últimos mapas aponta as localidades indicadas para transposições de assentamentos sob risco iminente dos eventos analisados. Finalmente, em áreas onde ocorram assentamentos precários sob alto risco de inundações e deslizamentos, sem indicações próximas para transposições (áreas favoráveis à habitação), sugere-se a realização de investimentos em infra-estrutura (ex. Programa Favela-bairro) destes locais, a fim de evitar impactos econômicos e sociais para as famílias afetadas por este processo. Assinaturas espaciais também são realizadas a fim de quantificar as áreas de riscos mapeadas. Uma vez realizados estes estudos os conhecimentos adquiridos, pelo uso do Geoprocessamento, sobre a realidade ambiental urbana e problemática da Bacia do Córrego Cabuçu de Baixo, estes podem ser extrapolados, com as devidas precauções, para inúmeras outras áreas urbanas que possuem características semelhantes e enfrentam os mesmos problemas.


2008 - QUALIDADE DE VIDA NO MUNICÍPIO DE MACAÉ-RJ: ANÁLISE POR GEOPROCESSAMENTO

Autor: Mirian Aparecida Marques

A demanda por instrumentos de apoio ao planejamento e gestão é grande nos municípios brasileiros. O município é a unidade espacial concreta do território nacional onde se registram, efetivamente, os efeitos decorrentes da aplicação da legislação e do planejamento bem como as conseqüências do crescimento desordenado. O município de Macaé -RJ, de importância estratégica no litoral norte fluminense, foi a área escolhida para estudo. A tese apresenta metodologia para a determinação da variação territorial da qualidade de vida, utilizando geoprocessamento e sistemas geográficos de informação (SGI). Foi estruturada uma base de dados georreferenciada e elaborada uma Árvore de Decisão, que representa o modelo de análise por multicritérios, que permitiram a realização de avaliações e diagnósticos da realidade municipal. A análise ambiental, realizada no Sistema de Análise Geoambiental - SAGA/UFRJ, integra os ambientes físico, biótico e socioeconômico. O diagnóstico da qualidade de vida foi obtido a partir das condições ambientais dominantes (geo-históricas da ocupação humana, geomorfo-topográficas e sociais) e ambientais de risco (inundação e deslizamento ou desmoronamento). Indicadores socioeconômicos, básicos e derivados de avaliações, foram elaborados a partir do Censo 2000 do IBGE permitindo elaborar diagnósticos das condições sociais: de saneamento nos domicílios, socioeconômicas da população (educação, renda e demográfica), assim como a distribuição territorial de cada indicador. A elaboração de um modelo digital do ambiente de um município, por geoprocessamento, com vistas ao apoio à decisão e ao planejamento e gestão ambientais foi plenamente viabilizada. Os resultados da pesquisa incluem o modelo de análise apresentado, o amplo conjunto de análises realizadas, os índices e 52 mapas gerados que explicitam a realidade municipal quanto aos aspectos examinados. Palavras chave: qualidade de vida, SGI, geoprocessamento, análise ambiental, indicadores, Árvore de Decisão, modelo de análise ambiental, riscos ambientais.


2005 - Vista Saga 2005 - Sistema de Análise Geo-Ambiental

Autor: Tiago Badre Marino

Este projeto tem por finalidade apresentar a aplicação de um Sistema Geográfico de Informação no apoio à pesquisa ambiental. Para tanto, foi desenvolvido no Laboratóio de Geoprocessamento da Universidade Federal do Rio de Janeiro (LAGEOP-UFRJ) o Vista Saga 2005, uma re-criação do aplicativo Vista Saga, idealizado na década de 80 pelo Prof. Jorge Xavier da Silva. Sua primeira versão foi criada na década de 80, apresentando mapas com, no máximo, 16 cores. Nesta época o geoprocessamento era bastante limitado pela barreira tecnológica. Seguindo a evolução da informática, o Vista Saga também foi evoluindo com novas versões mais sofisticadas, trabalhando com mais cores e maior rapidez no processamento das análises. Hoje, o Vista Saga trabalha com cores de 32 bits, viabilizando até a visualiza ção em 3 dimensões de áreas de estudos.


2004 - Estudo da Sozonalidade das Larvas de Dermatobia hominis (Linnaeus Jr., 1781) (Diptera: Cuterebridae) em Bovinos no Município de Seropédica, RJ, por Geoprocessamento

Autor: Fabio Silva de Souza

Este estudo tem por objetivos: estabelecer associações espaço-temporais relevantes entre os fatores envolvidos na distribuição sazonal das larvas da mosca D. hominis no município de Seropédica, RJ; delimitar, quantificar e carcterizar, quanto à favorabilidade o espaço geográfico no município, em relação a ocorrência da dermtobiose e validar a análise por geoprocessamento, como apoio ao estudo epidemiológico da dematobiose em bovinos, usando um procedimento de avaliação por multi-critérios.


2004 - Qualidade de Vida na região da Tijuca (RJ) por Geoprocessamento

Autor: Jose Americo de Mello Filho

Apresenta-se metodologia para a determinação da qualidade de vida, por meio de estudo de aplicações de procedimento de Geoprocessamento, de importante área da Cidade do Rio de Janeiro , a Região da Tijuca, que congrega vários bairros, e compreende a área definida pela Bacia Hidrográfica do Cana do Mangue. Por suas características de relevo e da intensa ocupação urbana, é a área susceptível a enchentes e deslizamentos. Apresenta análise ambiental que integra o ambiente físico ao humano. Foi elaborada ampla base georreferenciada de dados da geografia física, com a aplicação de programas computacionais e procedimentos metodologicos diversos. A base de dados da geografia humana foi elaborada a partir do Censo 2000. Foi composta ampla árvore de decisão, com as dimensões referentes a fatores naturais e históricos, riscos por intervenção humana, infra-estrutura básica do estado e do indivíduo, condições sociais e herança cultural e conjuntura econômica que, integradas, fornecem a visão ambiental hilística. As variáveis que compõe estas dimensões da geografia populacional são as empregadas para as determinações dos índices de desenvolvimento humano e índice de qualidade de vida, aplicados nas comparaçoes entre países, estados e municípios. Este trabalho apresenta a aplicação dos dados originais com indicadores da qualidade de vida dos 786 setores censitários que fazem parte da região de estudos, para mostrar a viabilidade de sua realização à avaliação de parte de um município. Para a construção de base de dados da geografia humana, formulou-se conjunto de procedimento para a transformação de base georreferenciada de sistema vetorial visando sua inserção no sistema matricial SAGA-UFRJ, ambiente em que se realizaram as avaliações. A aplicação de Voronoi possibilitou determinar-se o corredor de desassistência policial. Para a exposição dos resultados, faz-se a apresentação de 67 mapas, 22 figuras e 72 tabelas. O processo de integração estruturados pelo Geoprocessamento propiciou estabelecer a gradação dos distintos níveis de qualidade de vida na Região da Tijuca, Cidade do Rio de Janeiro.


2004 - DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DA VIOLÊNCIA EM CAMPINAS: UMA ANÁLISE POR GEOPROCESSAMENTO

Autor: Lauro Luiz Francisco Filho

O estudo da violência urbana através da distribuição espacial no município de Campinas.


2003 - Geoprocessamento Aplicado ao Planejamento Urbano e à Gestão do Patrimônio Histórico de Ouro Preto - MG

Autor: Ana Clara Mourão Moura

O trabalho apresenta estudo de aplicações de recursos de geoprocessamento em planejamento urbano e na gestão do patrimônio arquitetônico e urbanístico, enfocando como estudo de caso a cidade de Ouro Preto, Minas Gerais, cidade patrimônio da humanidade. Desenvolve diferentes aplicações do geoprocessamento para o planejamento urbano, entre as quais é citada a montagem de base de dados, conversão de dados, montagem de Sistema Geográfico de Informação, construção de análises diagnósticas e prognósticas. Apresenta aplicações de Gestão de Documentação Eletrônica, estudo de Eixos Visuais, Realidade Virtual e Navegação Virtual. Objetiva ampla análise do território enfocado, com integração dos estudos de planejamento e gestão. Aborda estudos em quarta dimensão, a dimensão tempo.


2002 - Transformações na paisagem natural de Boa Vista, Roraima: Um diagnóstico ambiental por geoprocessamento

Autor: Fábio Bonatto

A reunião deste conjunto de dados e informações ancilares, onde a tecnologia do Sensoriamento Remoto possibilitou o registro espacial das diferentes feições de interesse ao trabalho, foi preconizada pela utilização da Metodologia de Geoprocessamento proposta por XAVIER-DA-SILVA (1999), a qual permitiu a organização e manipulação desta vasta massa de dados. Como produtos tem-se a criação de um Modelo Digital do Ambiente e, com a realização das Análises Ambientais, obteve-se o diagnóstico das transformações da paisagem de Boa Vista, que conduziram à elaboração de um Modelo de Intervenção Ambiental voltado ao Planejamento da Ocupação Urbana e à Gestão dos Recursos Naturais de maneira integrada e indissociável.


2002 - Avaliação da aplicabilidade dfe conceitos de morfodinâmica de praia no planejamento de desembarque de anfíbios

Autor: Josuyita Helena Roso

Avaliação da aplicabilidade dfe conceitos de morfodinâmica de praia no planejamento de desembarque de anfíbios.


2001 - Geoprocessamento para o planejamento territorial no município de Linhares (ES)

Autor: Edson Rodrigues Pereira Junior

plicação de geoprocessamento, a partir da metodologia de pesquisa ambiental do SAGA (Sistema de Análise Geo-Ambiental da UFRJ).


2001 - Avaliação e Monitoramento Ambiental por Geoprocessamento do Assentamento Rural São José da Boa Morte-Cachoeiras de Macacu, RJ

Autor: Rovena Vasconcelos Louzada

Avaliação e Monitoramento Ambiental por Geoprocessamento do Assentamento Rural São José da Boa Morte-Cachoeiras de Macacu, RJ.


2000 - A Integração do Geoprocessamento às Análises de Viabilidade de Populações: O Mico-leão-da-cara-preta, Leontopithecu caisara, Um Estudo de Caso

Autor: Vanessa Guerra Persson

Estratégias de conservação para uma nova espécie de primata ameaçada de extinção.


1997 - Análise Integrada do Ambiente Através de Geoprocessamento - Uma Proposta Metodológica Para Elaboração de Zoneamentos

Autor: Margareth Simões Penello Meirelles

A tônica da investigação recai sobre a realização de análises geobiofísicas e de comportamento sócio-ecônomico de forma integrada e a conseqüente criação de uma base de dados georeferenciados.



Glossário

AGRONOMIA:

Ciência que cria e dirige investigações metódicas, experimentações técnicas e manejo racional de extensôes terrritoriais. Como atividade técnico-científica, acha-se voltada tanto para a obtenção de produtos de valor econômico quanto para o armazenamento e disseminação de conhecimentos relevantes sobre a produção agrícola e suas condicionantes ambientais de caráter físico, biótico e sócio-econômico.


ALGORÍTMO:

Procedimento de cômputo com o qual se espera obter, pela manipulação dos dados, resultados relevantes para tratamentos técnicos ou científicos destes mesmos dados.


AMBIENTE:

Um tipo de sistema registrável em um local e em uma ocasião. É, portanto, um conjunto estruturado de entidades e eventos que, mais comumente, é associado a uma situação espaço-temporal de interesse para o homem. Como um sistema, tem limites, partes componentes, funções internas e externas. Exs.: o espaço sub-atômico; o interior de uma proveta; uma sala de aula; uma universidade; uma porção da superfície terrestre; o sistema solar.


ANÁLISE CUSTO X BENEFÍCIO:

Procedimento prévio de cômputo e avaliação comparativa de gastos e rendimentos quanto a alternativas de execução ou acompanhamento de alterações no sistema ou processo sob investigação. Destina-se ao apoio à decisão quanto à hierarquização qualificadora das alternativas cotejadas.


ARVORES DE DECISÃO:

Estrutura de hierarquização de procedimentos avaliativos que procede à sucessiva integração de níveis de informação ambiental. Em Geoprocessamento estes níveis podem ser mapas temáticos a terem seus teores informativos participando de sucessivas avaliações, em um processo integrador destinado ã triagem de condições favoráveis à incidência de eventos significativos, processo este a ser consubstanciado em um mapeamento das possibilidades de ocorrência dos citados eventos.


CAUSALIDADE:

Dogma científico fundamental que postula ser possível descobrir relações de causa e efeito dentro da malha de correlações que encerra qualquer fenômeno.


CLASSIFICAÇÃO:

Procedimento analítico comparativo que gera a possibilidade de distinção entre fenômenos percebidos. É um dos alicerces do conhecimento humano, trivial ou científico.


COMUNICAÇÃO:

A partir da veiculação da informação, poderá (ou não) haver um partilhar do significado da informação veiculada. Este partilhar do significado (o que não deve ser confundido com sua aceitação pelo receptor da informação) constitui a essência do termo em questão, podendo ser definido como a própria comunicação.


CONCEITO:

Construção cognitiva de exatidão variável, destinada a caracterizar fenômenos percebidos ou imaginados, de preferência sem erros de inclusão ou de exclusão.


CONTROLE AMBIENTAL:

Esta definição, em medida talvez não inteiramente aceitável, restringe o conteúdo do termo controle, uma vez que não preside a execução de intervenções corretivas, podendo apenas acompanhar suas implantações no ambiente. Pode ser entendida como a possibilidade de constatação de eventos ocorridos e suas respectivas freqüências, pelo recurso a tabulações concernentes às localizações e extensões dos eventos e entidades, registrados, armazenados ou introduzidos na própria estrutura de controle. Com vistas a intervenções no ambiente, em termos do Geoprocessamento, o controle normalmente é exercido apenas até o nível de análises custo-benefício, simulações, cenários prospectivos e zoneamentos, fornecendo, assim, a base para a intervenção no ambiente, mas sem que o Geoprocessamento presida decisões formais sobre procedimentos intervencionistas, normalmente associados a fatores políticos e econômicos.


DADO:

É o registro de ocorrência de um fenômeno, constituindo o elemento lógico fundamental da pesquisa técnica ou científica.


DEFINIÇÃO:

Proposição destinada a identificar os limites de validade da imagem percebida de um fenômeno. Idealmente a proposição não deve conter erros de exclusão ou de inclusão, sendo, assim, ao mesmo tempo, totalmente abrangente e concisa.


ENTIDADE:

Fenômeno percebido, segundo a escala temporal de registro adotada, como lentamente oscilante em torno de uma condição média aparentemente estável. Geralmente a escala temporal adotada é a escala humana (anos). É um elemento de percepção mais facilmente associável à dimensão espaço. Ex: Um objeto comum, como uma cadeira, sofrendo a ação progressiva das variações de temperatura e umidade do ambiente e, em conseqüência, lentamente, durante centenas ou milhares de anos, perdendo sua forma e funções identificadoras.


ERRO:

É a discrepância entre duas medidas quando uma é tomada como padrão. Autora: Vanessa Borges Martins


ERROS DE EXCLUSÃO:

São enganos cometidos pela falta de abrangência de uma definição, resultando na ausência de fenômenos percebidos como pertencentes ao conjunto de fenômenos por ela identificados.


ERROS DE INCLUSÃO:

São enganos cometidos pela falta de concisão de uma definição, resultando na presença de fenômenos percebidos como não pertencentes ao conjunto de fenômenos identificados pela definição em questão.


ERROS DE MEDIÇÃO:

No âmbito das medições de entidades e eventos, constituem impropriedades na definição da extensão espacial e temporal dos fenômenos. Ao usar uma escala sobre os continua tempo ou espaço, estar-se-á tentando, paradoxalmente, uma discretização de um continuum. Para todos os fins práticos, tal discretização é normalmente efetuada, porem é impossível fazê-lo sem introdução de erros de medição.


ESCALA:

Padrão de medição usado na identificação comparativa de entidades e eventos.


ESPAÇO:

Uma dimensão de percepção da realidade, usada como parâmetro fundamental da constatação da localização e da extensão dos fenômenos.


EVENTO:

Fenômeno percebido, segundo a escala temporal de registro adotada, como rapidamente oscilante em torno de uma condição média, condição esta em constante alteração. É um elemento de percepção mais facilmente associável à dimensão tempo. Exs: um incêndio em uma floresta, progredindo pela ação das chamas momentâneas e consumindo, ao final, uma parte da vegetação; uma orogenia registrada na escala temporal geológica.


FENÔMENO:

Elemento de percepção de uma realidade submetida a um processo de constatação de ocorrências.


GEOGRAFIA:

É uma das matrizes dos procedimentos analíticos voltados para o conhecimento científico da realidade ambiental. Sua definição tem sido objeto de inúmeras controvérsias, mas parece haver certo consenso quanto ao fato da Geografia se ocupar da explicação racional da ocorrência de eventos e entidades na superfície terrestre, a partir de argumentos de caráter físico, biótico ou socioeconômico.


GEOPROCESSAMENTO:

É um conjunto de conceitos, métodos e técnicas erigido em torno do processamento eletrônico de dados (vide tecnologia), que opera sobre registros de ocorrência georreferenciados, analisando suas características e relações geotopológicas (vide Geotopologia) para produzir informação ambiental.


GESTÃO (AMBIENTAL):

Não obstante todos os problemas associados ao uso de termos oriundo do vernáculo, o termo gestão pode ser empregado com segurança como significando a aplicação, criteriosa ou não, de medidas de intervenção nas condições encontradas em um sistema. Com sua adjetivação de ambiental, normalmente a gestão refere-se à aplicação de medidas anteriormente sistematizadas em um planejamento (que pode ser apenas embrionário e voltado para interesses menores) do uso dos recursos ambientais disponíveis.


HIPERGEOGRAFIA:

Não obstante todos os problemas associados ao uso de termos oriundo do vernáculo, o termo gestão pode ser empregado com segurança como significando a aplicação, criteriosa ou não, de medidas de intervenção nas condições encontradas em um sistema. Com sua adjetivação de ambiental, normalmente a gestão refere-se à aplicação de medidas anteriormente sistematizadas em um planejamento (que pode ser apenas embrionário e voltado para interesses menores) do uso dos recursos ambientais disponíveis.


INFORMAÇÃO:

Ganho de conhecimento obtido pela inserção de um dado em seu contexto de referência. Ex: “29º C” (apenas um registro de ocorrência de uma temperatura em centígrados), uma vez inserido em contexto pela sua identificação como temperatura média de uma sala de aula durante o verão, ganha teor informativo. Esta inserção revela a capacidade de apoio à decisão da informação, ou seja, o seu valor social. Em formulação direta, o valor social de uma informação está na sua capacidade de apoio à decisão.


METODOLOGIA:

Conjunto estruturado de procedimentos erigido em torno de objetivos que podem apresentar graus variáveis de generalidade. Esta definição abrangente é valida para objetivos considerados triviais, como os métodos de emagrecimento humano, mas também pode ser aplicada a objetivos talvez mais nobres. A investigação científica, por exemplo, do ponto de vista lógico, guia-se por induções e deduções, correlações e classificações, tendo ainda a intuição como processo mental deflagrador do interesse inicial na pesquisa.


MODELO:

Conjunto estruturado de dados destinado a reproduzir uma porção da realidade percebida. Este conceito, se acoplado à visão sistêmica da realidade, permite representar os conjuntos de entidades e eventos, uma vez que estes sejam percebidos como estruturados, por conjuntos articulados de dados a eles correspondentes.


PARÂMETRO:

É um elemento de aproximação da realidade, com o qual se procede à identificação e mensuração dos fenômenos percebidos. São recursos de identificação e medição de fenômenos e sempre admitem imprecisões, embora possam ser usados para aproximações sucessivas da realidade. O tempo e o espaço podem ser considerados parâmetros fundamentais da percepção de fenômenos, para os quais é difícil ou impossível emitir uma definição vernacular intrínseca, dissociada de seu uso pela percepção humana ou instrumental.


PRECISÃO:

É a expressão do grau variável das possibilidades de repetição dos resultados de uma medição feita sobre um fenômeno. Uma medição repetida, feita sobre fenômenos do mundo físico, uma vez não determinada uma escala definidora dos intervalos a serem usados, sempre poderá apresentar variância, se as escalas forem diferentes, requerendo, em conseqüência, que sejam definidos os níveis de aceitação da postulada correspondência da medição com a realidade medida.


PRINCÍPIO:

Proposição inegável quanto à natureza ou propriedades de fenômenos. Exemplos: todos os fenômenos são localizáveis e podem ter sua extensão de ocorrência definida, uma vez criado o referencial adequado, estão em constante alteração e não existem isolados (princípios da localização, extensão, evolução e correlação).


SISTEMA:

Conjunto estruturado de entidades e eventos com limites definíveis, partes identificáveis e funções internas e externas. A partir desta definição pode ser construída uma imagem da realidade como constituída de sistemas imbricados, de alto valor para as pesquisas ambientais: a decantada visão sistêmica.


TECNOLOGIA:

Conjunto de procedimentos centrados em torno de um instrumental de uso em atividades humanas, capaz de produzir novos conceitos, métodos e técnicas. Exemplos relacionados a atividades de pesquisa: telescopia/telemetria, inicialmente relacionada ao telescópio, instrumento gerador da moderna astronomia; microscopia/microfotografia, relacionada ao microscópio e fundamental para a microbiologia; processamento eletrônico de dados, tecnologia geradora do geoprocessamento.


TEMPO:

Uma das dimensões de percepção da realidade, usada como parâmetro fundamental de constatação instantânea da permanente alteração dos fenômenos.


TÉCNICA:

Uma das dimensões de percepção da realidade, usada como parâmetro fundamental de constatação instantânea da permanente alteração dos fenômenos.


Curiosidades

29/05/19 - Você sabia que na sala I001 do Bloco I do Prédio do CCMN da UFRJ está o LAGEOP/UFRJ (Laboratório de Geoprocessamento da UFRJ)? Um dos laboratórios onde se iniciou o geoprocessamento no Brasil?


14/05/19 - Você sabia que um dos embriões de pesquisas do Departamento de Geografia da UFRJ foi o Centro de Pesquisas de Geografia do Brasil (CPGB)

...um dos embriões de pesquisas do Departamento de Geografia da UFRJ foi o Centro de Pesquisas de Geografia do Brasil (CPGB), criado pelo Professor Hilgard Sternberg, onde se iniciaram professores e pesquisadores do mais alto nível, como Maria do Carmo Correa Galvão e Bertha Koiffmann Becker?


23/12/18 - Você sabia que a divisão regional do Brasil em cinco grandes regiões geográficas foi oficialmente adotada em 1942

...a divisão regional do Brasil em cinco grandes regiões geográficas foi oficialmente adotada em 1942 e contribui, desde então, para a organização e gerenciamento do território nacional. Em 1945 houve uma subdivisão e foram criadas microrregiões (então chamadas de zonas fisiográficas), que são agregados de municípios com características em comum. Esse trabalho foi obra do engenheiro e geógrafo carioca Fábio de Macedo Soares Guimarães (1906-1979), um dos pesquisadores pioneiros do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)


23/12/18 - Você sabia que é possível descrever e interpretar eficientemente uma realidade ambiental usando apenas alguns conceitos básicos?

...é possível descrever e interpretar eficientemente uma realidade ambiental usando apenas alguns conceitos básicos? Esses conceitos são: abrangências taxonômica, territorial e temporal; entidades, eventos e suas relações de envolvimento mútuo; criação de cenários ambientais retrospectivos, atuais e prospectivos.